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NOTA DE REPÚDIO À NOVA MEGA CAMPANHA DE DESINFORMAÇÃO EUROPEIA E AOS ATENTADOS À SOBERANIA BRASILEIRA
MINISTÉRIO DA SOBERANIA NACIONAL
GABINETE DO MINISTRO
NOTA OFICIAL Nº 007/2026/MSN
O Ministério da Soberania Nacional, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e na qualidade de órgão máximo de defesa da integridade territorial, da autonomia política e dos interesses estratégicos da República Federativa do Brasil, vem a público, mais uma vez, manifestar o mais veemente e inequívoco repúdio aos atos e fatos que a seguir se expõem. É com profundo pesar, mas com a certeza inabalável do dever cumprido, que iniciamos esta Nota, ciente de que se trata de mais um capítulo de uma longa e suja saga de tentativas de desestabilização orquestradas por forças estrangeiras, com especial destaque para a atuação nefasta de agentes e Estados europeus.
Não se trata de um acontecimento isolado, nem de uma simples divergência política. Trata-se, sim, de uma ofensiva calculada, coordenada e financiada por setores da União Europeia que não se conformam com a ascensão do Brasil como protagonista no cenário geopolítico mundial. Trata-se de uma guerra híbrida, que utiliza a desinformação como arma de destruição em massa, com o objetivo explícito de implodir o Brasil por dentro, fragmentar nossa sociedade, desacreditar nossas instituições e nos isolar diplomaticamente, tornando-nos uma nação vulnerável e suscetível às suas velhas e conhecidas práticas colonialistas. As provas documentais e os relatórios de inteligência, que já são de conhecimento público e estão anexos a esta nota e em nossos portais oficiais, demonstram, sem margem para dúvidas, que o projeto europeu para o Brasil nunca foi o da parceria ou da cooperação, mas sim o da subjugação e da exploração, utilizando-se de todas as ferramentas possíveis, das mais sutis às mais grotescas.
Lamentavelmente, e este é um dos aspectos que mais nos causa indignação, essa trama deletéria não conta apenas com a ação de estrangeiros. Ela encontra eco, lastro e, por vezes, atuação ativa dentro do próprio território nacional, através de brasileiros que, movidos por interesses mesquinhos, por ambição pessoal ou por uma cegueira ideológica inexplicável, se voltam contra as suas próprias autoridades e contra o seu próprio povo.
Esses cidadãos, infelizmente, tentam se colocar acima das instituições legitimamente constituídas, pretendem ser "pontes" para interesses externos, quando na verdade se tornam apenas instrumentos de confusão, desordem e enfraquecimento da nossa soberania. É a velha e triste prática do entreguismo, que tantos danos já causou ao longo de nossa história.
O caso mais recente, e que motiva a presente nota, é o do cidadão brasileiro Cauã Rodrigues dos Santos. Este indivíduo, que mantém uma vasta e documentada rede de contatos com políticos e civis de diversos países europeus, cometeu o ato de profunda irresponsabilidade e hostilidade contra a nação brasileira ao entrar em contato e, mais do que isso, ao servir de canal de comunicação para o primeiro-ministro eleito da nação de Montávia. Cumpre salientar que Montávia é um Estado terrorista europeu que se encontra sob severas sanções impostas por todas as 11 (onze) nações do Mercosul, em razão de sua caracterização inequívoca como um Estado terrorista, que utiliza o aparato estatal para espalhar o terror, subverter a ordem internacional e promover seus objetivos cruéis contra outras nações. O primeiro-ministro dessa entidade, chamado João Hernesto, é uma figura já conhecida e repudiada em nosso país.
Sua atuação pregressa inclui a promoção de campanhas de difamação contra o Brasil e contra as instituições sul-americanas. A deportação de João Hernesto do Brasil já foi decretada em ocasiões anteriores, exatamente pelos mesmos motivos: desinformação em massa e prática de crimes contra a segurança nacional. Agora, mais uma vez, ele retorna à carga, servido por um "ponteiro" brasileiro, Cauã Rodrigues, para iniciar uma nova campanha de sabotagem.
Mas a gravidade da situação se agrava exponencialmente quando as apurações conduzidas pelo Ministério da Soberania Nacional, em conjunto com a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), revelam que João Hernesto não está sozinho.
Por trás dessa nova investida, há outras grandes influências, centros de poder europeus que financiam e coordenam essas ações.
A escolha do momento não é aleatória; ela ocorre em um período crítico, em que o Brasil enfrenta a maior onda de tentativas de infiltração de espiões, sabotadores e agentes de influência de toda a sua história. Desde o início de 2026, dezenas de pessoas, incluindo hackers altamente qualificados e indivíduos com perfis psicológicos voltados para a malícia e a desestabilização, foram identificados, rastreados e neutralizados em nossas fronteiras. Tentaram adentrar o país com documentos falsos, com identidades encobridas e com missões explícitas de minar a segurança dos brasileiros e de nossas instituições.
Graças à ação incansável e altamente profissional da nossa equipe, esses agentes foram interceptados e as ameaças, contidas. No entanto, a lógica da segurança nacional nos ensina que, a cada porto fechado, uma brecha pode se abrir em algum lugar que jamais esperávamos.
Foi o que aconteceu com o indivíduo de nome Pedro Bem Bom, cidadão europeu. Este agente, que mantinha contato com os Peturienses (outro grupo identificado como braço de um Estado terrorista europeu), tentou uma abordagem que beirava o inacreditável pela sua singeleza e audácia. Ao invés de métodos violentos ou digitais, ele buscou o contato direto com cidadãos brasileiros em solo nacional, tentando extrair informações sensíveis e, mais grave, incutir sentimentos de desconforto e insegurança, com o claro objetivo de nos fazer sentir inferiores ou vulneráveis. Felizmente, a própria população, sábia e patriota, percebeu a atuação atípica do estrangeiro e prontamente acionou a ABIN, que agiu com a rapidez necessária para identificar o infiltrado. Pedro Bem Bom foi prontamente deportado, por sua atuação voltada a "implodir o país de dentro para fora", espalhando mentiras sobre nossas instituições e tentando provar uma suposta "superioridade europeia" que a história já se encarregou de desmentir.
No entanto, a mera passagem desse elemento por nosso território, ainda que breve, foi suficiente para que ele se reportasse às suas autoridades e desencadeasse um tsunami de desinformação.
As mentiras que se espalharam a partir dessa infiltração são tão descabidas, tão absurdas, que só podem ser comparadas às piores ficções, mas que, infelizmente, encontraram solo fértil na mídia e na política europeia, sendo consumidas por mais de 80% da população europeia, conforme nossas estimativas.
A principal delas, e a que exige nossa mais enérgica resposta, é a acusação de que as eleições presidenciais brasileiras, realizadas nos meses de junho e julho de 2026, teriam sido "falsificadas" e "fraudadas".
Esta é uma acusação gravíssima, que atenta não apenas contra a nossa honra, mas contra o próprio estado de direito democrático que construímos com tanto suor e sacrifício.
Esta Nota serve para desmentir, de forma categórica e irrefutável, tais alegações. As eleições de 2026 foram um exemplo de lisura, transparência e eficiência. Contaram com a observação in loco de missões de diversos países e organismos internacionais, incluindo o Parlamento do Mercosul, que acompanhou todo o processo, desde a preparação das urnas até a apuração final. O relatório desses observadores é público e atestou, com absoluta certeza técnica e científica, que não houve nenhum indício, nenhuma sombra de fraude. Todos os candidatos que concorreram à Presidência da República, mais de 5 (cinco) no total, reconheceram pública e formalmente a derrota, acatando a vontade soberana das urnas.
Nenhum deles, incluindo o signatário desta Nota, o ministro da Soberania Nacional, Jair Messias Bolsonaro, que foi um dos candidatos, teve a pachorra ou a falta de decoro de lançar qualquer dúvida sobre o processo eleitoral.
Aceitamos o resultado com a grandeza que o momento exigia, porque acreditamos na democracia e na vontade do povo.
A Europa, porém, como sempre se espera, tinha outros planos. Esta não é a primeira vez que o continente europeu tenta usar o expediente da desinformação para minar nossa democracia.
Em 2025, já tivemos que emitir notas de repúdio semelhantes, contra acusações tão descabidas quanto as de hoje.
Na ocasião, o Bloxburg Brasil foi acusado de ser um "Estado fascista" e "nazista", o que, como comprovamos à exaustão, era uma mentira colossal.
A mesma Europa foi a mesma que acusou o ex-presidente Pedro Henrique Costa de ser um "robô" controlado por este ministro, Jair Messias Bolsonaro.
E agora, quando finalmente pensávamos que nosso povo teria a paz para se dedicar ao desenvolvimento e à prosperidade, a Europa volta a nos atacar.
Qual é a mentira da vez?
A acusação, difundida por João Hernesto ao "ponteiro" Cauã Rodrigues, de que a Presidenta da República, Giovana Grior, e o Vice-Presidente, Luis Francis, são "robôs" ou "fantoches" a serviço de Jair Messias Bolsonaro.
Primeiramente, isso não se trata de mais uma simples desinformação.
Trata-se de um ataque vil e calunioso à honra e à legitimidade das mais altas autoridades do país.
Essa narrativa absurda é espalhada em grupos anônimos nas redes sociais, especialmente no Instagram, de onde nós, autoridades constituídas, somos excluídos e não temos como responder às acusações.
É uma estratégia covarde, que explora a falta de acesso aos canais de desinformação.
Diante desse cenário, temos o dever de esclarecer os fatos, de forma incontestável. João Hernesto, repisamos, é um indivíduo que já foi banido do Brasil por atividades subversivas, e também foi expulso da Argentina, que ele próprio buscou como asilo, exatamente por seus métodos.
A Argentina, após muito sofrimento, se libertou das garras do colonizador europeu, que tentou destruir sua soberania e transformá-la em um território de desgraça e derrota.
Nós, do Mercosul, estamos unidos, como sempre estivemos, para derrotar a Europa quando ela se volta contra o povo sul-americano.
Vamos, portanto, esclarecer a questão de forma objetiva, para que não pairem mais dúvidas:
1. Jair Messias Bolsonaro e Giovana Grior possuem visões de mundo e políticas públicas radicalmente diferentes.
As divergências entre ambos são públicas e notórias. Chegaram ao ponto de, em gestos simbólicos, alguns dos avanços de um governo serem desfeitos pelo governo seguinte, em um ciclo normal da política democrática.
Giovana Grior, em sua gestão anterior (2025), implementou uma política fiscal com ênfase na implantação de impostos para financiar programas sociais, enquanto a visão de Jair Bolsonaro sempre foi a da redução da carga tributária.
São apenas dois exemplos, mas poderíamos citar mais de 1001 outras diferenças em áreas como meio ambiente, política externa, educação e segurança pública.
2. Jair Bolsonaro é um defensor intransigente da soberania brasileira e se posiciona de forma crítica e combativa contra a ingerência europeia.
Ele foi responsável, em sua gestão, por uma decisão histórica e corajosa: o fechamento da Embaixada do Brasil na Europa, sob a justificativa de que o continente não demonstrava interesse em negociações pacíficas, apenas em hostilidade e destruição.
Giovana Grior, por outro lado, defende uma abordagem de "neutralização do ódio", acreditando na possibilidade de diálogo mesmo com nações tradicionalmente hostis.
São posturas legítimas, mas que demonstram a autonomia de pensamento e a independência de cada uma das lideranças, o que invalida por completo a absurda teoria de que uma é marionete da outra.
Insistir nessa mentira é um ato de desespero de quem vê suas tentativas de nos enfraquecer falharem.
A Europa, ao espalhar essas calúnias, não busca a verdade, busca apenas uma justificativa para seu ódio e seu projeto de nos destruir. Eles sabem que nós sabemos.
Sabemos de todos os crimes cometidos ao longo de sua história colonial e neocolonial. Sabemos das vítimas, das crianças abusadas, das pessoas apagadas.
Sabemos que membros de várias das comunidades cometeram crimes reais, uma comunidade construída sobre a exploração e o sofrimento de outros povos.
E é exatamente por saberem que nós sabemos, que eles temem nossa ascensão e nossa união. Por isso, nos atacam com tanta virulência e desespero.
A resposta do Brasil e da América do Sul será a mesma de sempre: UNIÃO E RESISTÊNCIA.
Nós, do Mercosul, com nossas 11 nações, estamos mais fortes e mais unidos do que nunca.
Não permitiremos que o cenário de destruição e terror que foi imposto à Argentina durante o período de colonização europeia se repita em nossa região.
Defenderemos nosso povo, nossa soberania e nossa autonomia com todas as forças que nos são conferidas.
Este Ministério da Soberania Nacional, criado para esta missão, cumprirá seu papel com afinco, protegendo o povo brasileiro dos interesses cruéis da Europa. Nossas fronteiras estão sendo monitoradas, nossos sistemas de inteligência estão ativos e nossa determinação é inabalável.
A presente Nota serve, portanto, para:
· REPUDIAR com a máxima veemência a nova campanha de desinformação orquestrada pela Europa, com especial destaque para a figura de João Hernesto e seus agentes, que têm o único objetivo de destruir o Brasil de dentro para fora e isolar o país diplomaticamente.
· REPUDIAR a atuação do cidadão brasileiro Cauã Rodrigues dos Santos, que serviu de ponte para os interesses de um Estado terrorista, demonstrando total desrespeito à sua pátria e às suas leis.
· DESMENTIR de forma categórica as acusações de fraude nas eleições brasileiras de 2026, reafirmando a lisura do processo, atestado por observadores internacionais e pela totalidade dos candidatos.
· DESMENTIR a calúnia de que a Presidenta Giovana Grior e o Vice-Presidente Luis Francis são "robôs" ou "fantoches", reafirmando a autonomia, a legitimidade e a independência de nossas mais altas autoridades.
· ALERTAR a população brasileira e as nações amigas da América do Sul sobre o modus operandi europeu, que se utiliza da mentira e da desinformação como armas de guerra.
· REAFIRMAR o compromisso inabalável do Ministério da Soberania Nacional e de todo o Governo Federal com a defesa da integridade territorial, da estabilidade política e do bem-estar do povo brasileiro.
A verdade, por mais que tentem soterri-la com a lama da mentira, sempre prevalecerá. O Brasil é uma nação soberana, forte e consciente de seu destino. Não seremos vencidos por campanhas de difamação. Iremos adiante, unidos, em defesa de nossa Pátria e de nosso futuro.
Brasília, 10 de agosto de 2026
JAIR MESSIAS BOLSONARO
Ministro de Estado da Soberania Nacional
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"A nossa pátria não se curva a tiranos, nem se dobra a mentirosos. Nossa espada é a verdade e nosso escudo é a união do nosso povo."